Organizado pela divisão de varejo on-line da National Retail Federation nos Estados Unidos, a Shop.org Annual Summit aconteceu esta semana em Las Vegas. Durante os últimos dias, pesquisadores, provedores e grandes lojistas do canal on-line se reuniram no evento para discutir as perspectivas do varejo on-line na América. O evento, anualmente organizado, é uma das mais importantes referências de conhecimento para o comércio eletrônico mundial. Presente nas últimas 4 edições (pelo menos) do Annual Summit, Sucharita Mulpuro da Forrester, foi uma das "key note speakers" do primeiro dia do evento, e como nos anos anteriores, apresentou a analise da Forrester, e sua pessoal, sobre o mercado e tendências, definindo importantes "drivers" para o comércio eletrônico a curto prazo, da qual destaco em particular alguns pontos, que julguei particularmente relevantes:
- o Youtube é o novo Google - o ganho de relevância dos videos como publicidade de venda on-line já é uma realidade e tende a crescer nos próximos anos.
- Formas de Pagar - os formas pré-pagas de pagar, como através do PayPal, Bill Me Later, eCheck entre outros crescem na preferência do consumidor norte americano, diminuindo a participação dos cartões de crédito, ainda majoritária, mas contudo, ameaçada.
Para consultar o blog oficial do evento, com resumo sobre esta e outras palestras, como, por exemplo, a do CEO da GAP,Toby Lenk, clique agui.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
De novo, sobre o "Parcelado sem Juros".
Para tornar ainda mais complexa a operação das lojas on-line que vendem com o parcelado sem juros através de cartões de crédito, as principais redes adquirentes, passaram a cobrar, recentemente, taxas diferenciadas em relação ao número de parcelas vendidas. Anteriormente, a taxa de desconto negociada, era única, por exemplo, 3,5% e caso o lojista desejasse antecipar, um taxa negociada caso a caso era aplicada. Mantem-se a regra sobre antecipação, contudo, argumentando que o parecelamento, implica em custos extras ao sistema, as redes adquirentes das principais bandeiras, estão negociando novas taxas, por exemplo, 3,5% para 1 parcela, 4,0% para de 2 a 5 parcelas, e 4,5% de 6 até 12 vezes no pagamento. Estes custos extras, seriam devido ao processamento das parcelas, bastante questionável, e ao risco suplementar da operação, pois se um dado cliente se tornar inadimplente no decorrer de um parcelamento longo, o prejuízo integral é do banco e não da loja. Este último argumento, é conceitualmente válido, embora pelo perfil de e-compradores atuais, temos um claro viés, pois são os consumidores de mais alta renda, pertencentes a melhor base de clientes dos cartões aqueles que compram pela Internet, ou seja, o perfil de menor, ou quase inexistente risco.
Segundo informações do mercado, o uso do parcelamento sem juros no cartão não é uma particularidade da Internet. Mais de 70% das compras com este instrumento, são parceladas, incluindo compras na Internet e lojas físicas. No geral, portanto, faz sentido a preocupação das redes em cobrar diferenciado, pois também no geral, o risco de inadimplência é diferenciado.
Este cenário torna ainda mais crítico para as lojas on-line, a forte adoção e preferência pelo parcelamento.
Ainda tímidas, as iniciativas para incentivo de outras formas de pagar, ou mesmo, o desenvolvimento de alternativa para diminuir a preferencia pelo parcelamento são estratégicos e passam a ser prioritária na agenda dos varejistas on-line no Brasil.
Segundo informações do mercado, o uso do parcelamento sem juros no cartão não é uma particularidade da Internet. Mais de 70% das compras com este instrumento, são parceladas, incluindo compras na Internet e lojas físicas. No geral, portanto, faz sentido a preocupação das redes em cobrar diferenciado, pois também no geral, o risco de inadimplência é diferenciado.
Este cenário torna ainda mais crítico para as lojas on-line, a forte adoção e preferência pelo parcelamento.
Ainda tímidas, as iniciativas para incentivo de outras formas de pagar, ou mesmo, o desenvolvimento de alternativa para diminuir a preferencia pelo parcelamento são estratégicos e passam a ser prioritária na agenda dos varejistas on-line no Brasil.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Modelo Overstock - oportunidade no Brasil
Para quem não conhece, o Overstock é um portal de vendas de saldões na Internet. Funciona assim, fabricantes, distribuidores e mesmo varejistas podem colocar suas sobras de estoque para venda com deságio no portal, que se encarrega de organizar os itens e divulgá-los de forma apropriada para venda. O preço é previamente definido entre o Overstock e o vendedor, de forma a sempre contemplar substancial desconto para o comprador, e o comissionamento de venda para o Overstock. Nesta semana, a empresa anunciou o início de sua venda internacional (até então a operação era restrita ao merecado norte americano), abrangendo 34 países, basicamente na America do Norte e Europa. Infelizmente, o Brasil não faz parte da abrangencia do Overstock. Este tipo de operação, dada nossas características regulatórias e de logística não se viabilizaria em operação internacional, mas trata-se de todo modo, uma oportunidade de grande potencial para um empreendedor local, pois afinal, temos por um lado uma demanda de compradores ávidos por descontos, que o diga o Mercado Livre, e por outro, certamente sobras de estoque de produtos em fabricantes, distribuidores e varejistas. O modelo de operação, resolve, inclusive uma situação comum no varejo, quando o lojista não quer depreciar a venda de um item novo no estoque, "queimando" sobras de modelos anteriores do mesmo item, pois a venda é sem identificação, ou seja, para o comprador, o "overstock" ou operador da revenda é o responsável pela transação. Baseado no grande sucesso do mercado de leilão on-line no Brasil, com volume de vendas que pode superar a R$ 2,5 bilhões em 2008, com mais de 5 milhões de compradores diferentes, com compra de valor médio de R$ 170, não se pode negar que existe espaço para uma espécie de Overstock no Brasil. Para ler o artigo do Boston Globe com detalhes sobre a operação internacional do Overstock, clique Boston.com.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Frete grátis, 12 vezes sem juros e descontos. Serão vantagens?
Segundo matéria publicada pelo edição on-line do USA Today, o frete grátis se tornou o principal "driver" promocional das lojas de varejo on-line nos Estados Unidos. Pesquisa desenvolvida pela a Shop.org verificou que no fim do ano passado, 80% das principais lojas daquele mercado ofereciam frete grátis como a principal estratégia de vendas. As ricas estatíscas sobre o mercado americano revelam ainda que 40% dos internautas que abandonam seu carrinho de compras antes da finalização do pedido, o fazem por considerar o frete com preço alto demais. Embora predatório, a promoção de frete grátis deverá ser mantida neste final de ano, aponta o jornal, pois o americano se "viciou" ao apelo desta vantagem a ponto de ser este o motivo de decisão final para o fechamento de um pedido. Os analistas do mercado apontam como uma estratégia perigosa, pois com a elevação dos custos de combustíveis pela crise do petróleo aliada a natural elavação de preços de frete no Natal naquele hemisfério, em função do inverno rigoroso fazem com que o frete grátis elimine boa parte da margem das operações on-line. No Brasil, embora com inverno menos rigoroso e uma alta concentração de pedidos em poucos estados, o frete grátis é aplicado com limitações de destinos e com valor mínimo de compra. Nosso "vício" é mais perigoso e se refere ao parcelamento sem juros, largamente utilizado pelas lojas de internet desde o início da década passada e seguramente o maior motivador de compras no Brasil. Lojas poderosas como a Americanas.com passam os 12 meses do ano vendendo nesta modalidade, pois entendem ser este um diferencial decisivo para a venda. De fato, com a facilidade de pesquisa de preços e o hábito do brasileiro de olhar com mais atenção o valor da parcela do que o preço final do produto, o parcelado sem juros é arrebatador. Contudo, o alto preço pago por ele pelos lojistas é inquestionável. As grandes lojas apresentam parcelamento médio em 8 vezes, sendo que o prazo de pagamento a fornecedores entre 60 a 90 dias. Com tempo de estoque médio na ordem de 30 dias, para aqueles com nível de excelência na gestão de compra e estoque, o fluxo de caixa não fecha, obrigando a antecipação de recebíveis junto aos bancos, que aplicam taxas de descontos que podem ultrapassar 10% dependendo do caso. Não existe mágica, ou venda com prejuízo, o custo final desta operação é repassada ao consumidor, na formação do preço final de venda. É por isso, que está se tornando uma prática corriqueira o desconto para pagamento à vista nas grandes lojas da nossa Internet. Opção do comprador, saber o que lhe convém na hora de pagar, mesmo nas lojas pontocom - parcelas menores ou custo total menor. Voltarei a este tema com maior profundidade em uma das próximas postagens.
Para ler o artigo referencia clique USA Today.
Para ler o artigo referencia clique USA Today.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Brasil - quase 6 vezes maior que o Mexico na Internet
A Reuters publicou esta semana, estudo sobre o comércio eletrônico no Mexico. Por lá, as compras on-line, incluindo bens de consumo e passagens aéreas movimentaram o equivalente a R$ 1,69 bilhões em 2007, contra R$ 9,7 bilhões no Brasil. A diferença favorável ao Brasil cresce quando o número é segmentado, pois no varejo online (bens de consumo) o Brasil movimentou R$ 6,5 bilhões em 2007, ao passo que o México, apenas R$ 0,56 bilhão. Dois terços do consumo on-line mexicano são em sites de passagens aéreas ao passo que no Brasil, pelo contrário, apenas 33% do consumo é relativo a passagens aéreas. Pela ótica do número de compradores on-line, também o Brasil se destaca com 4 vezes mais que o México (10 milhões contra 2,5 milhões, respectivamente).
O Brasil se aproxima com isso, a quase 70% de todo consumo on-line da América Latina.
Maiores detalhes, acesse o artigo da Reuters.
O Brasil se aproxima com isso, a quase 70% de todo consumo on-line da América Latina.
Maiores detalhes, acesse o artigo da Reuters.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Pré pago na Internet - Tendência de Crescimento
Sem grandes alardes, novas formas de pagamento nas transações de comércio eletrônico estão surgindo com muita inovação. Trata-se da forma de pagamento Pré Pago, sendo que nos Estados Unidos, o volume de pagamento com este tipo de mecanismo já atinge 14% do total a ser movimentado no ano passado, estimado em US$ 150.4 bilhões, segundo estudo divulgado pela Javelin Strategy & Research. Deste volume, o PayPal, pioneiro na modalidade, aparece na liderança, movimentando 5% do comércio eletrônico norte americano. Segundo o mesmo estudo, a tendência desta forma de pagamento crescer é evidente, devendo representar 30% das preferências em 2012, quando o volume de faturamento do comércio eletrônico norte americano deve atingir a US$ 355.3bilhões.
O crescimento se justifica pela praticidade junto aos consumidores, nos formatos de aplicação de vale presentes, por exemplo, e também pela simpatia dos lojistas por entenderem o produto vantajoso, com custos menores dos praticados pelos cartões de crédito, que só vem perdendo participação de mercado desde o ano 2000, quando representavam mais de 90% de participação nos EUA. Para as lojas, as vantagens são inequívocas, pois o recebimento é imediato com taxas de desconto inferiores aos dos cartões tradicionais.
No Brasil, temos notado um aumento na participação de formas alternativas, mas em outra direção, na preferência pelo pagamento através de boletos, forma arcaica e totalmente “offline”. Segundo a eBit, o boleto representa pouco mais de 12% das preferências no Brasil. Embora não tenhamos disponível uma pesquisa de tendências, o histórico mostra que os cartões de crédito estão também perdendo participação relativa, regredindo de 85% das preferências no inicio desta década, para os atuais 77%.
Por aqui, o desconforto dos lojistas quanto aos cartões de crédito não é diferente daquilo que se observa nos Estados Unidos. Uma nova loja vendendo pelo canal internet tem proposta inicial de regime de desconto de um cartão de crédito no patamar de 5%, para recebimento em 30 dias. Ocorre que no Brasil, a prática comum do parcelamento estendido em até 12 vezes “sem juros”, obriga o comerciante a utilizar esta condição para ser competitivo, onerando seu caixa, pois com a antecipação dos recebíveis, o custo da operação cartão de crédito pode facilmente a chegar a mais de 15%. Não é sem razão, que as lojas on-line, oferecem o 12 vezes no cartão, mas também promovem descontos de 15%, chegando até 20% de desconto para pagamento no boleto.
Este cenário abre oportunidade do surgimento por aqui dos pré pagos como nos Estados Unidos, pois do lado lojista, existe interesse em diminuir a participação dos cartões de crédito, e para o consumidor, havendo vantagem de preço e formatos de aplicação interessante, a solução pode ser adotada rapidamente. A MCash, por exemplo, está lançando seu produto pré pago, inicialmente em parceria com a loja Sacks, e agora na Livraria Cultura, onde o cliente pode comprar um vale presente, “carregando” o celular do presenteado, para compras na mesma loja.
Esta aplicação está sendo negociada com vários outros lojistas que demonstram interesse pela plataforma, por sua simplicidade e adequação ao negócio. Nos Estados Unidos, sempre uma referência no varejo, os gift cards movimentaram como um todo, incluindo compras no varejo físico e virtual, US$ 56 bilhões em 2007 e devem crescer mais de 20% em 2008. A MCash estima que os cartões pré pagos no Brasil tem um mercado potencial para movimentar R$ 30 bilhões, em 5 anos, incluindo comércio físico e virtual.
Assim como fez quando se lançou como meio de pagamento, a empresa tem a estratégia de lançar a novidade, inicialmente no comércio eletrônico, para posteriormente alcançar lojas físicas. Não é por acaso, pois a característica do mercado, com poucas lojas relevantes, e com isso, rapidamente penetrável, e pelo valor percebido pelos usuários na transação virtual através do celular, como mais segura e adequada, a difusão da novidade será mais rápida.
Este tipo de plataforma se presta muito bem ao vale presentes, mas também poderá ser utilizado para outros tipos de produtos, como, por exemplo, delegação de pagamento, para menores de idade, o que também faz parte dos planos futuros da MCash.
(Artigo revisado a partir do escrito e publidado no jornal O Estado de S.Paulo em Jan/08)
Para conhecer mais, visite www.mcash.com.br, ou compre um vale presentes no celular na Livraria Cultura
O crescimento se justifica pela praticidade junto aos consumidores, nos formatos de aplicação de vale presentes, por exemplo, e também pela simpatia dos lojistas por entenderem o produto vantajoso, com custos menores dos praticados pelos cartões de crédito, que só vem perdendo participação de mercado desde o ano 2000, quando representavam mais de 90% de participação nos EUA. Para as lojas, as vantagens são inequívocas, pois o recebimento é imediato com taxas de desconto inferiores aos dos cartões tradicionais.
No Brasil, temos notado um aumento na participação de formas alternativas, mas em outra direção, na preferência pelo pagamento através de boletos, forma arcaica e totalmente “offline”. Segundo a eBit, o boleto representa pouco mais de 12% das preferências no Brasil. Embora não tenhamos disponível uma pesquisa de tendências, o histórico mostra que os cartões de crédito estão também perdendo participação relativa, regredindo de 85% das preferências no inicio desta década, para os atuais 77%.
Por aqui, o desconforto dos lojistas quanto aos cartões de crédito não é diferente daquilo que se observa nos Estados Unidos. Uma nova loja vendendo pelo canal internet tem proposta inicial de regime de desconto de um cartão de crédito no patamar de 5%, para recebimento em 30 dias. Ocorre que no Brasil, a prática comum do parcelamento estendido em até 12 vezes “sem juros”, obriga o comerciante a utilizar esta condição para ser competitivo, onerando seu caixa, pois com a antecipação dos recebíveis, o custo da operação cartão de crédito pode facilmente a chegar a mais de 15%. Não é sem razão, que as lojas on-line, oferecem o 12 vezes no cartão, mas também promovem descontos de 15%, chegando até 20% de desconto para pagamento no boleto.
Este cenário abre oportunidade do surgimento por aqui dos pré pagos como nos Estados Unidos, pois do lado lojista, existe interesse em diminuir a participação dos cartões de crédito, e para o consumidor, havendo vantagem de preço e formatos de aplicação interessante, a solução pode ser adotada rapidamente. A MCash, por exemplo, está lançando seu produto pré pago, inicialmente em parceria com a loja Sacks, e agora na Livraria Cultura, onde o cliente pode comprar um vale presente, “carregando” o celular do presenteado, para compras na mesma loja.
Esta aplicação está sendo negociada com vários outros lojistas que demonstram interesse pela plataforma, por sua simplicidade e adequação ao negócio. Nos Estados Unidos, sempre uma referência no varejo, os gift cards movimentaram como um todo, incluindo compras no varejo físico e virtual, US$ 56 bilhões em 2007 e devem crescer mais de 20% em 2008. A MCash estima que os cartões pré pagos no Brasil tem um mercado potencial para movimentar R$ 30 bilhões, em 5 anos, incluindo comércio físico e virtual.
Assim como fez quando se lançou como meio de pagamento, a empresa tem a estratégia de lançar a novidade, inicialmente no comércio eletrônico, para posteriormente alcançar lojas físicas. Não é por acaso, pois a característica do mercado, com poucas lojas relevantes, e com isso, rapidamente penetrável, e pelo valor percebido pelos usuários na transação virtual através do celular, como mais segura e adequada, a difusão da novidade será mais rápida.
Este tipo de plataforma se presta muito bem ao vale presentes, mas também poderá ser utilizado para outros tipos de produtos, como, por exemplo, delegação de pagamento, para menores de idade, o que também faz parte dos planos futuros da MCash.
(Artigo revisado a partir do escrito e publidado no jornal O Estado de S.Paulo em Jan/08)
Para conhecer mais, visite www.mcash.com.br, ou compre um vale presentes no celular na Livraria Cultura
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Turismo on-line cresce menos do que o esperado
O eMarketer acaba de divulgar estudo revelando que o volume de vendas do turismo on-line nos Estados Unidos alcançará US$ 105 bilhões em 2008, representando crescimento de 12 % em relação ao ano passado, sendo que este crescimento deverá ser aproximadamente o mesmo nos próximos anos, e com isso a projeção de faturamento em 2012 é de US$ 162 bilhões. Parece muito, mas não é para o mercado norte americano. Aparentemente o canal Internet para turismo está sofrendo uma reversão de comportamento, com o numero de compradores de serviços de turismo diminuindo, dada a decepção quanto a usabilidade e efetividade do canal. A constatação é baseada em pesquisas recentes, onde se identificou que os usuários nao estão satisfeitos com a efetividade dos portais de turismo on-line. De fato, como usuário do serviço, sobretudo em viagens para o EUA, continuo usando a Internet, mas não as agências on-line que muito pouco agregam, em relação a pesquisa direta nos sites origem, por exemplo os de hoteis. Em todas as ocasiões em que tentei a pesquisa portal x hotéis, os últimos foram mais efetivos, com preços e condições de reserva superiores. Além deste aspecto, o consumidor norte americano manda um recado direto - a Internet é o canal da praticidade, entenda-se entre outras coisas, que um portal de vendas tem de ter usabilidade de navegação com efetividade de resultados, o que não parece ser o mais comum entre os grandes players do turismo on-line daquele país.
Para acessar o artigo original do eMarketer, clique aqui.
Para acessar o artigo original do eMarketer, clique aqui.
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